O que é massoterapia?
Massoterapia é a aplicação de técnicas de massagem com finalidade terapêutica, anti-stress, relaxamento, estética e desportiva.
A massoterapia utiliza-se da manipulação manual dos tecidos moles do corpo, sendo que alguns massoterapeutas também podem realizar movimentos nas articulações do cliente e fazer aplicações de calor, frio e vibrações.
Quais são as aplicações da massoterapia?
A massoterapia alivia dores musculares e estimula a circulação sanguínea. Além disso, a massagem auxilia o sistema linfático, o que ajuda a eliminar os resíduos metabólicos no corpo. A drenagem linfática utiliza a massagem para esvaziar os líquidos e resíduos metabólicos e estimular a circulação linfática.
A massagem como terapia de reabilitação é bastante reconhecida devido ao futebol, pois quase todas as equipas contam com um massagista para auxiliar na recuperação muscular e ajudar na reabilitação de lesões. A Massoterapia tem ainda aplicação na prevenção de distensões e lesões, que podem acontecer devido ao excesso de tensão.
A massagem melhora o humor das pessoas, alivia o stress e faz com que os clientes se sintam mais relaxados.
A massagem tem aplicação estética?
Observações clínicas indicam que massagem em membro imobilizado por semanas resultou em melhoria da aparência e textura da pele. A estimulação do sistema linfático, pela drenagem linfática, teria aplicação no tratamento de celulite devido à eliminação de líquidos.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Terapia MOXABUSTÃO
Num mundo stressante como aquele em que vivemos, todos gostariam de ter trinta minutos de folga para fazer uma terapia corporal para aliviar a tensão. Na hora de escolher, vale a pena apostar na sabedoria milenar oriental e experimentar técnicas como a MOXABUSTÃO.
Ainda pouco conhecida no Ocidente, a moxabustão, técnica que se serve do fogo para activar pontos energéticos, pode ser tão eficiente quanto os outros métodos da medicina chinesa.
Apesar de menos popular por aqui, a técnica é tão ou mais antiga que a Acupunctura tradicional e consiste num tratamento em que pontos, zonas e meridianos são estimulados por calor em vez de por agulhas. Por isso, é conhecida também como Acupunctura Térmica.
Assim como a Acupunctura, a técnica de Moxabustão nasceu na China e evoluiu em diversas regiões orientais, principalmente naquelas terras de baixas temperaturas, onde o frio, o vento e a humidade são importantes agentes causadores de doenças. Quando o terapeuta faz um bom diagnóstico e sabe que a patologia é causada pelo frio, a moxa torna-se mais eficiente que a Acupunctura.
Segundo especialistas, a moxa também é um tratamento alternativo para quem foge das agulhas utilizadas na Acupunctura. Desde que não queime a pele, a aplicação é indolor. Por essa razão, a técnica também é muito indicada para crianças.
Actualmente existem vários tipos de materiais de aplicação tais como o carvão, com a vantagem de não exalar cheiro nem fumaça, ou a moxa eléctrica, um instrumento que emite calor. Mas, sem dúvida, o principal elemento utilizado actualmente para a terapia é a planta artemísia. A sua parte fibrosa, depois de seca, assemelha-se a um chumaço de algodão e é adaptada a vários formatos para facilitar a aplicação. A moxa devidamente preparada com a artemísia é queimada e aproximada da pele para aquecer o ponto a ser desbloqueado. Além de não pegar fogo quando acesa, evitando que as cinzas caiam sobre a pele do paciente, a planta emana substâncias com capacidade medicamentosa.
INDICAÇÕESA moxabustão é indicada para muitos casos, tais como resfriado, bronquite, gastrite, anorexia, impotência, dor ciática, artrite reumatóide, amenorreia, dismenorreia, rinite, neurodermites e depressão. Em geral, a Moxabustão é o tratamento escolhido para o estímulo dos pontos shu dorsais a fim de aumentar a energia jing, um tipo de energia fundamental para a manutenção da vida e que é dividida em anatómica, funcional e espiritual. O jing anatómico controla a estrutura material do corpo, como osso, medula e cérebro; o funcional controla a estrutura sensorial, como a audição; e o espiritual controla a estrutura mental, por exemplo, a vontade.
A contra-indicação mais importante está relacionada com os pontos da aplicação. Deve-se evitar a Moxabustão sobre grandes vasos sanguíneos e em algumas partes do corpo, como a face, o couro cabeludo ou próximo dos genitais ou mamilos. Existem pontos de Acupunctura onde o calor não deve ser aplicado, bem como nos pacientes que apresentam alterações energéticas importantes do tipo excesso de Yang e vazio de Yin. A técnica também não é usada nos tratamentos de doenças Yang, como febre, inflamações agudas causadas por bactérias e vírus, dores de cabeça, lesões na pele e problemas de ordem psíquica.
CADA CASO UM CASOEm geral, cada sessão dura de 40 minutos a uma hora, mas a sua duração depende muito do paciente: há casos em que apenas duas sessões são o suficiente; para outros, pode levar meses. Há pessoas, ainda, que a utilizam pelo resto da vida – principalmente quem opta pela técnica de forma preventiva, já que a moxa tem a capacidade de tonificar, estimular os pontos e melhorar a imunidade.
Quem define o tempo de tratamento, bem como se a técnica é a mais adequada para o paciente, é um profissional especializado, a partir do diagnóstico da doença. A moxa pode ser utilizada isoladamente ou associada à Acupunctura e a outros métodos da Medicina Tradicional Chinesa. Na prática, a Moxabustão pode ser aplicada por qualquer profissional conhecedor da técnica, que não é regulamentada. Mas é comum o método ser utilizado por acupuncturistas. Por exemplo, eu raramente trato um paciente somente pelo método de Moxabustão. Cientificamente está comprovado que o estímulo cerebral pela Acupunctura é melhor, por isso a moxa é complementar ao tratamento, mas não o elemento principal.
TERAPIA QUENTE
Os formatos mais comuns do material preparado com a planta artemísia são em cone ou bastão. Geralmente importados, os bastões podem ser aplicados de forma directa ou indirecta. Na primeira, pode ou não haver o contacto da moxa com a pele. Nesse caso, o chumaço de artemísia no tamanho de grão de feijão é fixado na pele e queimado até ao fim. Como há risco de queimaduras, esse tipo de método é pouco adoptado, pois o objectivo da técnica não é provocar dor. O mais comum é que o terapeuta aproxime o bastão da pele até uma distância em que o calor seja tolerável pelo paciente.
A aplicação indirecta é mais utilizada com a moxa em formato de cone. Entre a pele e o preparo da artemísia são colocadas fatias de alho, gengibre ou camadas de sal para potencializar a eficácia da técnica. Veja abaixo os principais usos e indicações:
GENGIBRE – síndrome de superfície, vómito por síndromes de frio do estômago, tosse por síndrome do frio, remoção de toxinas, cólicas e diarreias.
ALHO – neurodermites, furúnculos, diarreia, verminose e artrites.
SAL – empachamento, epigastralgia, dificuldade para urinar, retenção de muco no peito.
LAMA AMARELA – recomendada para disfunção do baço e estômago.
Nas décadas mais recentes, investigações sobre o mecanismo da acupunctura têm sido levadas a cabo em todo o mundo. Estas investigações provaram que a acupunctura e a moxabustão têm efeitos na regulação da actividade funcional e fisiológica dos sistemas do corpo humano e podem aumentar a capacidade de resistência do organismo às doenças. A acupunctura tem contribuído para os cuidados de saúde da China e de diversas outras nações. A sua divulgação tem contribuído não só para prevenir o aparecimento de doenças mas também para aliviar o sofrimento de uma grande parte da humanidade. EXPERIMENTE!
Ainda pouco conhecida no Ocidente, a moxabustão, técnica que se serve do fogo para activar pontos energéticos, pode ser tão eficiente quanto os outros métodos da medicina chinesa.
Apesar de menos popular por aqui, a técnica é tão ou mais antiga que a Acupunctura tradicional e consiste num tratamento em que pontos, zonas e meridianos são estimulados por calor em vez de por agulhas. Por isso, é conhecida também como Acupunctura Térmica.
Assim como a Acupunctura, a técnica de Moxabustão nasceu na China e evoluiu em diversas regiões orientais, principalmente naquelas terras de baixas temperaturas, onde o frio, o vento e a humidade são importantes agentes causadores de doenças. Quando o terapeuta faz um bom diagnóstico e sabe que a patologia é causada pelo frio, a moxa torna-se mais eficiente que a Acupunctura.
Segundo especialistas, a moxa também é um tratamento alternativo para quem foge das agulhas utilizadas na Acupunctura. Desde que não queime a pele, a aplicação é indolor. Por essa razão, a técnica também é muito indicada para crianças.
Actualmente existem vários tipos de materiais de aplicação tais como o carvão, com a vantagem de não exalar cheiro nem fumaça, ou a moxa eléctrica, um instrumento que emite calor. Mas, sem dúvida, o principal elemento utilizado actualmente para a terapia é a planta artemísia. A sua parte fibrosa, depois de seca, assemelha-se a um chumaço de algodão e é adaptada a vários formatos para facilitar a aplicação. A moxa devidamente preparada com a artemísia é queimada e aproximada da pele para aquecer o ponto a ser desbloqueado. Além de não pegar fogo quando acesa, evitando que as cinzas caiam sobre a pele do paciente, a planta emana substâncias com capacidade medicamentosa.
INDICAÇÕESA moxabustão é indicada para muitos casos, tais como resfriado, bronquite, gastrite, anorexia, impotência, dor ciática, artrite reumatóide, amenorreia, dismenorreia, rinite, neurodermites e depressão. Em geral, a Moxabustão é o tratamento escolhido para o estímulo dos pontos shu dorsais a fim de aumentar a energia jing, um tipo de energia fundamental para a manutenção da vida e que é dividida em anatómica, funcional e espiritual. O jing anatómico controla a estrutura material do corpo, como osso, medula e cérebro; o funcional controla a estrutura sensorial, como a audição; e o espiritual controla a estrutura mental, por exemplo, a vontade.
A contra-indicação mais importante está relacionada com os pontos da aplicação. Deve-se evitar a Moxabustão sobre grandes vasos sanguíneos e em algumas partes do corpo, como a face, o couro cabeludo ou próximo dos genitais ou mamilos. Existem pontos de Acupunctura onde o calor não deve ser aplicado, bem como nos pacientes que apresentam alterações energéticas importantes do tipo excesso de Yang e vazio de Yin. A técnica também não é usada nos tratamentos de doenças Yang, como febre, inflamações agudas causadas por bactérias e vírus, dores de cabeça, lesões na pele e problemas de ordem psíquica.
CADA CASO UM CASOEm geral, cada sessão dura de 40 minutos a uma hora, mas a sua duração depende muito do paciente: há casos em que apenas duas sessões são o suficiente; para outros, pode levar meses. Há pessoas, ainda, que a utilizam pelo resto da vida – principalmente quem opta pela técnica de forma preventiva, já que a moxa tem a capacidade de tonificar, estimular os pontos e melhorar a imunidade.
Quem define o tempo de tratamento, bem como se a técnica é a mais adequada para o paciente, é um profissional especializado, a partir do diagnóstico da doença. A moxa pode ser utilizada isoladamente ou associada à Acupunctura e a outros métodos da Medicina Tradicional Chinesa. Na prática, a Moxabustão pode ser aplicada por qualquer profissional conhecedor da técnica, que não é regulamentada. Mas é comum o método ser utilizado por acupuncturistas. Por exemplo, eu raramente trato um paciente somente pelo método de Moxabustão. Cientificamente está comprovado que o estímulo cerebral pela Acupunctura é melhor, por isso a moxa é complementar ao tratamento, mas não o elemento principal.
TERAPIA QUENTE
Os formatos mais comuns do material preparado com a planta artemísia são em cone ou bastão. Geralmente importados, os bastões podem ser aplicados de forma directa ou indirecta. Na primeira, pode ou não haver o contacto da moxa com a pele. Nesse caso, o chumaço de artemísia no tamanho de grão de feijão é fixado na pele e queimado até ao fim. Como há risco de queimaduras, esse tipo de método é pouco adoptado, pois o objectivo da técnica não é provocar dor. O mais comum é que o terapeuta aproxime o bastão da pele até uma distância em que o calor seja tolerável pelo paciente.
A aplicação indirecta é mais utilizada com a moxa em formato de cone. Entre a pele e o preparo da artemísia são colocadas fatias de alho, gengibre ou camadas de sal para potencializar a eficácia da técnica. Veja abaixo os principais usos e indicações:
GENGIBRE – síndrome de superfície, vómito por síndromes de frio do estômago, tosse por síndrome do frio, remoção de toxinas, cólicas e diarreias.
ALHO – neurodermites, furúnculos, diarreia, verminose e artrites.
SAL – empachamento, epigastralgia, dificuldade para urinar, retenção de muco no peito.
LAMA AMARELA – recomendada para disfunção do baço e estômago.
Nas décadas mais recentes, investigações sobre o mecanismo da acupunctura têm sido levadas a cabo em todo o mundo. Estas investigações provaram que a acupunctura e a moxabustão têm efeitos na regulação da actividade funcional e fisiológica dos sistemas do corpo humano e podem aumentar a capacidade de resistência do organismo às doenças. A acupunctura tem contribuído para os cuidados de saúde da China e de diversas outras nações. A sua divulgação tem contribuído não só para prevenir o aparecimento de doenças mas também para aliviar o sofrimento de uma grande parte da humanidade. EXPERIMENTE!
O Inverno e o Frio
Esta estação do ano está associada a vários factores patogénicos exteriores, como o clima frio e húmido, que pode influenciar a nossa saúde, consoante a nossa resistência, condição física e sistema imunitário.
Na Medicina Tradicional Chinesa, o Inverno está associado ao frio, e aos orgãos bexiga e rins . Este factor é predominante no Inverno, mas pode aparecer noutras estações. O frio pode ser exterior /ambiental, ou uma manifestação patológica da deficiência/vazio de yang-qi e perda de calor (interior).
O corpo com vazio de yang e frio interno é mais provável que seja afectado pelo frio exterior. Assim, quando o frio exterior entra no corpo e acumula sem dispersão, vai prejudicar o yang-qi o que resulta em frio interior. Este é o caso de pessoas que têm muita tendência para se constiparem, o que resulta da falta de yang e corresponde a um sistema imunitário mais fraco. Mas, mesmo numa pessoa muito saudável o yang pode diminuir, levando-o até à morte, se tiver durante muito tempo exposta ao frio exterior.
O frio patogénico tem várias características, tais como:
- é de natureza yin , o que tende a prejudicar o yang-qi do corpo humano;
- é cogulativo e obstrutivo, pois pode bloquear ou coagular qi e o sangue nos canais impedindo a sua circulação, causando vários tipos de dor;
- contrai os músculos, tendões, artérias e veias, o que dificulta a normal circulação do sangue (um exemplo deste caso é quando uma pessoa após ter estado exposta ao ar condicionado, sente uma pontada nas costas ou ombros, ficando com os músculos rígidos).
A soltura intestinal, dores menstruais, infertilidade, dores de estômago, mãos e pés frios, frieiras, articulações dolorosas e infecções urinárias são algumas das doenças causadas pelo frio . Em MTC existem 8 métodos terapêuticos para cada causa do factor patogénico, mas no caso do frio utiliza-se o método do Aquecimento. Este método aquece o interior (o estômago), ajuda a reforçar o sistema digestivo e a aumentar o yang . Afasta e dispersa o frio patogénico, ajuda a recuperar o yang , remove as obstruções dos canais e regula os canais sanguíneos. Para a má circulação, deve-se aquecer o yang , tratando assim a sua diminuição. E aquecer os canais para expelir o frio patogénico, é aplicado essencialmente a sindromas em que os canais estão bloqueados devido a esse frio, estagnando o qi e o sangue, tendo as funções de aliviar as dores e de melhorar a circulação sanguínea.
A Acupunctura , Moxabustão, manipulação de Aquecimento de Tui-Na, e vários produtos de Fitoterapia, são óptimas terapias para estimular o yang-qi , fazer fluir o sangue e descontrair os tendões e os músculos. Aqui ficam alguns conselhos para prevenir estas doenças: não ande descalço nem se sente em chão frio, e mantenha o ventre e costas cobertas.
Na Medicina Tradicional Chinesa, o Inverno está associado ao frio, e aos orgãos bexiga e rins . Este factor é predominante no Inverno, mas pode aparecer noutras estações. O frio pode ser exterior /ambiental, ou uma manifestação patológica da deficiência/vazio de yang-qi e perda de calor (interior).
O corpo com vazio de yang e frio interno é mais provável que seja afectado pelo frio exterior. Assim, quando o frio exterior entra no corpo e acumula sem dispersão, vai prejudicar o yang-qi o que resulta em frio interior. Este é o caso de pessoas que têm muita tendência para se constiparem, o que resulta da falta de yang e corresponde a um sistema imunitário mais fraco. Mas, mesmo numa pessoa muito saudável o yang pode diminuir, levando-o até à morte, se tiver durante muito tempo exposta ao frio exterior.
O frio patogénico tem várias características, tais como:
- é de natureza yin , o que tende a prejudicar o yang-qi do corpo humano;
- é cogulativo e obstrutivo, pois pode bloquear ou coagular qi e o sangue nos canais impedindo a sua circulação, causando vários tipos de dor;
- contrai os músculos, tendões, artérias e veias, o que dificulta a normal circulação do sangue (um exemplo deste caso é quando uma pessoa após ter estado exposta ao ar condicionado, sente uma pontada nas costas ou ombros, ficando com os músculos rígidos).
A soltura intestinal, dores menstruais, infertilidade, dores de estômago, mãos e pés frios, frieiras, articulações dolorosas e infecções urinárias são algumas das doenças causadas pelo frio . Em MTC existem 8 métodos terapêuticos para cada causa do factor patogénico, mas no caso do frio utiliza-se o método do Aquecimento. Este método aquece o interior (o estômago), ajuda a reforçar o sistema digestivo e a aumentar o yang . Afasta e dispersa o frio patogénico, ajuda a recuperar o yang , remove as obstruções dos canais e regula os canais sanguíneos. Para a má circulação, deve-se aquecer o yang , tratando assim a sua diminuição. E aquecer os canais para expelir o frio patogénico, é aplicado essencialmente a sindromas em que os canais estão bloqueados devido a esse frio, estagnando o qi e o sangue, tendo as funções de aliviar as dores e de melhorar a circulação sanguínea.
A Acupunctura , Moxabustão, manipulação de Aquecimento de Tui-Na, e vários produtos de Fitoterapia, são óptimas terapias para estimular o yang-qi , fazer fluir o sangue e descontrair os tendões e os músculos. Aqui ficam alguns conselhos para prevenir estas doenças: não ande descalço nem se sente em chão frio, e mantenha o ventre e costas cobertas.
FILOSOFIA DE PREVENÇÃO
Não nos devemos esquecer que a palavra de ordem da MTC é quase sempre a prevenção! E se é possível tratar a maioria dos problemas referidos durante os períodos de crise, a verdade é que é sempre melhor antecipá-los. Na MTC existe mesmo um provérbio antigo: “Curar as doenças do Verão no Inverno”. No Inverno, os tratamentos - que geralmente consistem em “aquecer” o paciente - têm de lutar contra dois inimigos: o frio interno e o frio externo (o frio interno corresponde geralmente à condição crónica de que o paciente sofre), enquanto no Verão só têm de lutar contra o frio interno. Diz-se: “tratar doenças de frio no Inverno é como secar roupa à chuva!” Por isso, para o ano, se sofre de problemas que se agudizam no Inverno, comece a tratar-se no Verão!
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